O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

domingo, novembro 30, 2008

UM HOMEM VERDADEIRO DIZ...


"O poder da mulher é fascinante
*
A aparente fragilidade e desequilíbrio que encontramos em muitas mulheres tem a mesma fonte do aparente subdesenvolvimento que as populações negras estão presas em nosso mundo ocidental.
A linha dentro da qual foram criadas leva a este estado.
Cada ser é o momento e pode pelo momento trabalhar o que vem até ele nos fluxos do existir.
Mas se é criado dentro de um contexto que não lhe permita o pleno desenvolvimento de suas capacidades e mais, reprime e cria condições para prejudicar esse desenvolvimento é óbvio que a causa desse efeito não precisa ser buscado em passados tão remotos.
O mesmo ocorre com a mulher.
Uma mulher é enfraquecida desde cedo, limitada e muitas vezes tem pobres exemplos submissos e frágeis dentro do seu lar para se espelhar.
Como a população negra, ainda se recuperando da condição desumana a qual foi exposta por tanto tempo, isolados de sua linha cultural e doutrinados para se sentirem inferiores.
A analogia devia ser bem meditada sobre quem quer entender técnicas de dominação e limitação do desenvolvimento.
A mulher pela sua condição receptiva pode participar do ato sexual mesmo não estando estimulada.
A famosa cena na qual o homem afoito “possuí” uma mulher que enquanto geme e pede mais olha no relógio para saber se o ‘tempo’ cobrado já passou faz parte do folclore cinematográfico de nossa cultura.
Esse aparente domínio do homem sobre o ato sexual também permite a mulher ser vítima de violências inconcebíveis por parte do macho dominador nas mais diferentes culturas.
O homem macho, que é diferente do homem masculino, tem no sexo uma de suas bases de afirmação. (...)
Aliás eu insisto sempre que poucos homens abandonam a adolescência, pois as questões que observamos ser o centro de gravidade nas questões masculinas são as mesmas desde a adolescência, apenas mudando matizes, mas permanecendo na mesma cor.
E é a maturidade que marca o momento no qual a qualidade vale mais que a quantidade.
Assim tenho percebido como tantrista que a mulher foi tragada pela famosa revolução sexual e como em outros campos acredita que sua liberdade é apenas imitar o homem em seus desatinos.
Depois de se sentir o prazer tântrico o outro nível se torna muito insonso.
*
A feminilidade não é fragilidade, muito pelo contrário, é um outro nível de manifestação de um poder sublime.
Uma mulher plena que tive o verdadeiro prazer de conhecer certa vez me deu um exemplo da força feminina, comparando-a a luz do sol.
O mesmo poder que mantém planetas girando ao seu redor é capaz de atravessar a vidraça sem quebrá-la e tocar suavemente a face da criança que dorme.
É esse poder que sentimos acordar no sexo tântrico, quando nos unimos num nível muito profundo a parceira, quando nossas almas comungam e nossos corpos se fundem.
Quando junto com o prazer das zonas erógenas se estimulando, cada célula do corpo descobre ser também erógena, cada respiração, cada murmúrio é ampliar o prazer que cala a mente , traz paz ao coração e na coluna ereta, que não é reta, pois o próprio mundo é curvo, flui o poder seminal.
Olhos se tornam também fogueiras, onde mergulhamos no mistério do feminino, que pode ser citado, mas só é compreendido se experimentado.
E não tenho dúvidas que muitos homens ainda fazem a guerra por nunca terem sido amados por nunca terem sido felizes, em seu desequilíbrio é como se vingam de nós que o somos."
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DE »» Guerrero/Nuvem que passa
Encontrado em http://pistasdocaminho.blogspot.com/2008_08_01_archive.html, postagem de 12/08/2008
EXCERTO DE UM TEXTO RECOMENDADO POR ANNA PAIM http://wwwjaneladaalma.blogspot.com/2008/11/sexo-tntrico.html

2 comentários:

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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