O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

segunda-feira, dezembro 31, 2007

O PODER DA MULHER...

AS MULHERES COMUNS, OU AS MULHERES DE SUCESSO, SEM IDENTIDADE PRÓPRIA, SEM CONHECIMENTO DO FEMININO SAGRADO E QUE SE NÃO RESPEITAM NA SUA ESSÊNCIA, PORQUE A DESCONHECEM, TEM A LIBERDADE DE PERSEGUIR O PODER...
E DESPREZAREM-SE UMAS ÀS OUTRAS COMO OS HOMENS AS DESPREZAM...EMBORA SUAS CÚMPLICES. O MEDO TORNA-AS SERVIS.
DE DOMÉSTICAS PASSAM A DEPUTADAS COMO PASSARAM A PROSTITUTAS DO SISTEMA, HÁ SÉCULOS...

2 comentários:

Anónimo disse...

Deus, palavra portuguesa que muito provavelmente vem do grego Zeus, depois theos, não é o poder como querem os machos patriarcais protestantes, ou mesmo católicos, mas sim a expressão, onde o masculino e o feminino têm razão de ser, na junção do conhecido/desconhecido.Vamos chegar lá!

rosaleonor disse...

obrigada pelas suas palavras!

embora as tenha visto muitos anos depois...

rl