O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

sábado, fevereiro 14, 2004

"QUANDO COMPREENDEMOS QUE É NO AMOR QUE RESIDE O NOSSO PODER - ELE É O NOSSO PODER - PERDEMOS O MEDO DE POSSUIR ESSA FORÇA. QUEREMOS EXPERIMENTAR O PODER QUE TEMOS DENTRO DE NÓS, PARA QUE ELE POSSA SER USADO COMO UMA PASSAGEM ATRAVÉS DO QUAL O AMOR ALASTRE A TODA A HUMANIDADE."

(margarida cepeda)


"As mulheres não são fracas. Só fingimos que somos. Este comportamento é, em larga medida, consequência do medo de sermos castgadas se ousarmos assumir o nosso verdadeiro eu. É uma forma de descriminação sbtil, mas ela existe."

in O VALOR DE UMA MULHER

mARIANNE wILLIAMSON

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